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ISO 9001:2015 - Pensamento baseado no Risco
Fazer com que as ações preventivas sejam inerentes às atividades de planeamento, operação, análise e avaliação
OBJETIVOS
No final da formação os formandos estarão aptos a:
- Identificar os conceitos de risco e oportunidade;
- Identificar os conceitos associados ao pensamento baseado no risco e as suas vantagens;
- Relacionar o pensamento baseado no risco com a estratégia, com os objetivos organizacionais e com as operações/processos;
- Identificar, interpretar e relacionar as referências ao pensamento baseado no risco na norma NP EN ISO 9001:2015;
- Identificar ferramentas de análise de risco;
- Integrar, na prática, o pensamento baseado no risco no SGQ;
- Promover o pensamento baseado no risco a todos os níveis na organização, envolvendo os colaboradores numa abordagem preventiva e proactiva.
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Módulo 1 | Conceitos
- Incerteza/ potenciais eventos e os seus efeitos;
- Probabilidade X consequências/severidade;
- Risco;
- Oportunidade.
Módulo 2 | Pensamento baseado no risco e as suas vantagens
- Porque o pensamento baseado no risco?
- O SGQ concebido, implementado e mantido com base numa postura proactiva de prevenção e melhoria;
- Os pilares fundamentais e facilitadores do SGQ: o pensamento baseado no risco; a gestão do conhecimento organizacional e a gestão da mudança;
- O tratamento dos riscos/oportunidades e o cumprimento dos objetivos é inerente ao SGQ e é parte integrante do planeamento;
- Utilizar o pensamento baseado no risco para definir a extensão do planeamento dos processos e dos controlos a aplicar;
- O pensamento baseado no risco e o PDCA.
Módulo 3 | O Pensamento baseado no risco e NP EN ISO 9001:2015
Módulo 4 | Referências ao pensamento baseado no risco na NP EN ISO 9001:2015
- Identificação das cláusulas, interpretação e relacionamento entre as mesmas
Módulo 5 | O Pensamento baseado no risco aplicado na prática
- Condicionantes: contexto, necessidades e expetativas das partes interessadas, objetivos;
- Riscos estratégicos, do negócio e operacionais;
- Risco inerente e risco residual;
- Definição da abordagem a utilizar, mais ou menos formal;
- Exemplos de ferramentas de análise de riscos: FMEA, Check lists “What if?”, Análise SWOT, entre outras;
- Exemplo de uma estrutura para a gestão do risco: identificação, análise, avaliação e tratamento dos riscos; como a ISO 31000 pode ajudar?
- Monitorização e avaliação da eficácia.
Módulo 6 | Envolver os colaboradores
- Promover e fomentar o pensamento baseado no risco junto da Gestão de Topo e dos colaboradores;
- Promover e fomentar uma postura proactiva e preventiva na Organização;
- Incentivar o registo das ocorrências (“quase erro”) e dos casos de sucesso;
- Recordar as vantagens da eliminação das causas das não conformidades e da implementação de ações corretivas eficazes;
- Proporcionar formação adequada sobre o tema, a todos os níveis na Organização
DURAÇÃO
16 Horas
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