
Muito se fala sobre o Dia do Trabalhador, mas poucos conhecem como tudo começou!
Efetivamente, esta homenagem remonta ao dia 1 de Maio de 1886, quando se iniciou uma greve na cidade norte-americana de Chicago, com o objetivo de conquistar condições melhores de trabalho, principalmente a redução da jornada de trabalho diária, que nessa altura chegava a ter 17 horas diárias.
Nessa manifestação, houve confrontos com a polícia, resultando em prisões e mortes de trabalhadores. Foi uma manifestação que serviu de inspiração para muitas outras que se seguiram. Estas lutas de trabalhadores não foram em vão. Os trabalhadores de todo o mundo conquistaram uma série de direitos e, em alguns países, tais direitos ganharam códigos de trabalho, muitos deles reconhecidos pelas Constituições desses Estados.
No período compreendido entre as duas grandes guerras mundiais do século passado, a duração máxima da jornada de trabalho foi fixada em oito horas, na maior parte dos países industrializados.
Hoje em dia, que se fala tanto de sistemas de gestão e liderança partilhados com os trabalhadores, pode parecer estranho que num passado não tão longínquo, os direitos básicos dos trabalhadores não se encontrassem assegurados, e fossem fisicamente explorados em jornadas de trabalho que não lhes proporcionavam o tempo de descanso humanamente aceitável.
Por último uma curiosidade. No calendário litúrgico, o dia 1 de Maio celebra a memória de São José Operário, o santo padroeiro dos trabalhadores.
Assim se faz a história!