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Exercícios mentais: continue a aprender

Como já sabe: o exercício prepara os seus neurônios para se conectarem, enquanto o estímulo mental permite ao seu cérebro capitalizar em cima dessa prontidão.

Vários estudos revelam que quanto mais formação tiver, maior a probabilidade de manter as suas competências cognitivas e prevenir a demência. Quando falamos em formação, não é necessariamente uma questão de diploma.

Na verdade, as pessoas que passaram muito tempo na escola têm maior probabilidade de continuarem interessadas em aprender.

Foi realizado um estudo pelos epidemiologistas da Universidade Johns Hopkins sobre a saúde urbana, chamado corpo de experiência, onde foram recrutadas 128 mulheres afro-americanas, entre os 60 e os 86 anos de idade, com baixos níveis de estudos e baixas condições socioeconómicas e as formaram para trabalhar competências de leitura, práticas de bibliotecas, etc. com crianças da escola básica.

Não só as crianças melhoraram as pontuações em testes padronizados, como também a saúde das voluntárias melhorou significativamente.

Metade das mulheres que usavam bengala deixaram de usar; 44% relataram que se sentiam mais fortes; a quantidade de tempo que passaram a ver Televisão caiu 4%.

O trabalho voluntário é benéfico porque envolve contato social, o que é inerentemente desafiador para o cérebro.

Experiências novas exigem mais do seu cérebro e isso aumenta a sua capacidade de compensar.

O que sabemos hoje é que o cérebro é flexível, ou plástico, no jargão dos neurocientistas – mais como uma massa de modelar do que uma porcelana.

É um órgão adaptável que pode ser moldado por insumos, de maneira semelhante a um músculo que pode ser esculpido pelo levantamento de pesos.

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Fonte: livro "Spark: The Revolutionary New Science of Exercise and the Brain “ dos autores Dr. John J Ratey e Eric Hagerman

 

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