
Olá de novo!
A transformação digital trouxe novas ferramentas de aprendizagem e de desenvolvimento organizacional, mas nem sempre é fácil mudar mentalidades.
Como já referi, a formação deve ser atrativa e deve potenciar a descoberta para que haja um maior envolvimento por parte dos colaboradores e para que se consiga cumprir os objetivos a que a mesma visa dar resposta.
Mas, não resisto em contar alguns episódios que já vivenciei enquanto formador e consultor.
Vamos por partes:
Quem nunca “adormeceu” (de olhos fechados ou abertos) nas reuniões, sessões de formação, entre outras situações de suposto “trabalho de equipa” que levante a mão!!
Bem, se isto acontece quando estamos fisicamente na mesma sala, então o mais certo é que também aconteça quando estamos à distância e onde os “problemas técnicos” (como por exemplo, a câmara não funciona, estou no telemóvel, etc.) são uma boa desculpa para estar presente, mas ausente emocionalmente.

Não temos sempre o mesmo nível de energia nem de atenção e, principalmente com a utilização massiva de novas tecnologias para todos os aspetos da nossa vida, ficamos rapidamente sobrecarregados de estímulos, o que nos obriga a repensar a nossa forma de estar e a nossa forma de aprendizagem.
Se seguirmos pelos conceitos da ergonomia, sabemos que podemos adaptar os meios que usamos, mas nem sempre conseguimos mudar as mentalidades da mesma maneira.... essa parte é muito mais desafiante e necessita de ser continuamente trabalhada. E é aqui que podemos verdadeiramente fazer a diferença, quando utilizamos os recursos que temos de forma mais individualizada e adaptada a cada uma das personalidades do nosso público.
Se queremos resultados diferentes, temos que usar processos diferentes!
Fica a dica! :)
Até para a semana!
